sábado, 2 de abril de 2011
da minha vida (desimportante).
era uma vez uma menininha made-in-the-seventeens que andava saltitando na rua. aí ela encontrou um rapazinho (como chamavam? mauricinho?) dando mole. paqueram-se. começaram a namorar. um mês depois, estavam noivos. mais trinta dias, e o matrimônio. ela tinha dezoito anos, e ele tinha dezessete. um apartamento sem nenhuma mobília. e pouco tempo depois, esse amor me fez nascer. e cá estou eu, vítima das histórias dos amores impossíveis, filha dos tempos de outrora. cheia de sequelas de um período que se perdeu no espaço. e fico orbitando em torno dele, como se ainda existisse... como se eu pudesse vivê-lo. como alguém que, toda noite, joga a vara e fisga as estrelas... mas não consegue puxá-las para si.